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Atrás da elaboração de cada prato há uma seleção criteriosa de produtos. A exigência é a de serem sempre frescos e fornecidos pela natureza. A frescura é o ponto de partida para a descoberta do sabor sublime, como se a confeção de alimentos resultasse de uma solução alquímica saída de envolvências mágicas.

Às vezes mistura-se, outras amassa-se, outras junta-se apenas. A arte da cozinha é a arte de por alimentos a conversar entre si. É nessa perícia de proporções, temperaturas e duração, que surge o articulado sabor final procedente de ilógicas biologias.      

Antes de deglutir convém contemplar a escultura artística no prato e levar os olhos a acreditar nas formas que as vistas dão. E, sem pressas, deixar viajar o olfato pelas glândulas salivares até ao apelo das papilas.

Bom apetite.